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Participação Americana na Campanha Antissubmarina
no Litoral do Brasil (1941-1945)
Parte 3/3

VP-134 - Chegou à base de Recife-Ibura em 08.02.44, com 14 PV-1 Ventura sob o comando do LCDR John G. Waldmann, vindo da base naval NAS Quonset Point, para substituir o esquadrão VB-143. Em 16 de fevereiro estabeleceu um destacamento de três aeronaves em Maceió, para onde o Esquadrão mudou seu QG em 05 de abril, deixando um destacamento de três aparelhos em Recife, para dar um curso de treinamento a pilotos de Ventura da FAB, até 26.10.44. Em 28.04.44 o QG do esquadrão foi para Fortaleza-Pici Field, com um destacamento em São Luís-Tirirical, no Maranhão até 06.02.45. Manteve um destacamento em Fernando de Noronha entre 11 e 21 de fevereiro de 1945. Em 01.10.44 foi redesignado Patrol Bombing Squadron 134, VPB-134. Perdeu o PV-1 BuNo. 49639 do Ensign Charles M. Rockwell que bateu no mar perto de Maceió em 27.11.44 com um morto durante vôo de treinamento com foguetes não guiados. O PV-1 BuNo. 34993 do Lieutenant (jg) Wolfe incendiou e explodiu um motor na decolagem em Fortaleza-Pici Field em 18.12.44 com perda total e 10 mortos, inclusive cinco passageiros. Permaneceu no Brasil até 01.03.45, voltando para a base naval NAS Norfolk, Virginia.

VPB-126 - Patrol bombing Squadron 126 - Veio da base naval NAS New York para Natal-Parnamirim em 18.01.45 com 12 PV-1 Ventura sob o comando do LCDR William H. Munson. Manteve destacamentos em Fortaleza e na ilha de Ascensão. Perdeu um PV-1 na chegada em Natal em 19.01.45. O PV-1 BuNo. 49561 abalroou outra aeronave durante o táxi em 29.03.45 em Natal. Em 3 de maio oito tripulações foram enviadas para Maceió, para treinamento com foguetes não guiados. Retornou para a base naval NAS Floyd Bennett Field, New York em 21.05.45 e foi desmobilizado em 27 de junho.

VPB-125 - Veio de San Julian, Cuba, para Natal-Parnamirim em 18.03.45 com 12 PV-1 Ventura sob o comando do LCDR Julius E. Gibbs. Manteve destacamentos em março em Fortaleza, na ilha de Ascensão e outro em Fernando de Noronha. Foi para Elisabeth City, Carolina do Norte em 30 de abril e descomissionado em 08.06.45.


Decolagem de um Ventura do VP-125 em Natal-Parnamirim.


Dois PV-1 Ventura do esquadrão VP-125 em patrulha perto de Natal. Notar as diferentes camuflagens, além de insígnias com margem azul no avião líder e vermelha no B-4.


PV-1 Ventura sobrevoando Fernando de Noronha.


A base aeronaval americana em Natal-Parnamirim em 1942.

Complementando os esquadrões aéreos, foi comissionada no Recife em 08.43, uma ala de emprego anti-submarina e resgate de tripulações com blimps, a Fleet Airship Wing Four, subordinando os esquadrões:

ZPN-41 - com oito blimps modelo ZNP-K. Esquadrão chega em 27.09.43 na base de São Luís-Tirirical e passa a manter destacamentos em Amapá, Belém, Igarapé-Açu, e Fortaleza. Manteve unidades no Brasil meses após o final da guerra para dar suporte aos aviões americanos que voltavam da Europa;

ZPN-42 - com oito blimps modelo ZNP-K. Criado em 08.43, o primeiro blimp, o K-73, chegou a Maceió em novembro de 1943 e o esquadrão manteve destacamentos em Recife, Fernando de Noronha, Ipitanga, Caravelas, Vitória e Santa Cruz, Rio de Janeiro, onde recebiam manutenção no grande hangar do Zeppelin. Em 04.44 passou para o controle operacional do 1o Grupo de Bombardeio Médio da FAB. Em 04.03.45 voltou para os Estados Unidos.

Algumas ações dos esquadrões de blimps:

  • 08.01.44 - o blimp K-36 avista três barcos salva-vidas a cerca de 240 milhas ao sul de Noronha. Eram náufragos do furador-de-bloqueio Rio Grande afundado pelos cruzadores Jouett e Omaha.
  • 13.01.44 - o blimp K-98 localiza náufragos do furador-de-bloqueio Burgerland também afundado pelo Jouett e Omaha.
  • 17.01.44 - K-36 colide com o terreno em meio a nevoeiro em Cabo Frio com perda total do material.
  • 23.01.44 - K-118 voando de Paramaribo para o Brasil, avista um B-25 acidentado ao norte de Macapá.
  • 04.02.44 - K-90 e K-114 resgatam sobreviventes de um A-30 Baltimore canadense acidentado próximo de Amapá.
  • 07.02.44 - K-90 se acidenta em Igarapé-Açu.
  • 11.02.44 - K-106 e K-114 resgatam sobreviventes de dois B-25 acidentados na selva no Amapá.
  • 17.02.44 - K-110 e K-98 realizam, a partir de Fortaleza, busca de um B-24 desaparecido no mar.
  • 18.02.44 - K-98 localiza no mar carga de pelotas de borracha do furador-de-bloqueio Rio Grande (essa carga acabou quase toda recuperada, ou pelos navios americanos, ou por ter ido dar na praia).
  • 05.03.44 - K-114 resgata sobreviventes de B-24 acidentado a 20 milhas de Belém.
  • 03.03.44 - K-110 presta socorro à Catalina acidentado no litoral norte de Fortaleza.
  • 22.03.44 - K-110 localiza avião de treinamento da FAB pousado na praia próximo de Santa Cruz.
  • 21.04.44 - K-73 localiza PV-1 acidentado na Bahia.
  • 07.06.44 - K-131 localiza e resgata tripulação de Douglas A-20 acidentado em Tórias.
  • 08.07.44 - K-125 conduz Presidente Getúlio Vargas, Ministro Salgado Filho, Brigadeiro Trompowsky e Brigadeiro Duncan para assistirem exercício anti-submarino da FAB em frente à Marambaia.
  • 11.07.44 - K-125 realiza busca para localizar avião da FAB que havia amerissado na Baía de Sepetiba.
  • 22.07.44 - K-128 participa da busca de sobreviventes da Corveta Camaquã da Marinha Brasileira.
  • 23.07.44 - K-128 participa das buscas de avião do NATS (Naval Air Transport Service) acidentado próximo a Maceió.
  • 21.09.44 - K-117 localiza destroços de avião da Cruzeiro do Sul acidentado na Bahia.
  • 25.09.44 - K-128 participa de busca de bombardeiro B-29 desaparecido próximo de Noronha.
  • 22.11.44 - K-52 realiza busca de Martin PBM acidentado no mar na Bahia.
  • 27.11.44 - Catalina da Fleet Airship Wing 4 se acidenta próximo de São Luiz com 22 pessoas à bordo com perda total de pessoal e material.
  • 13.01.45 - o blimp K-125, a partir de Santa Cruz, e o blimp K-132, a partir de Caravelas, efetuam busca de Martim B-26 da US Navy desaparecido na rota (este avião pousou em emergência em um pequeno campo ao sul de Vitória - provavelmente Guarapari).
  • 30.03.45 - o esquadrão ZP-42 recebe ordens de retorno aos Estados Unidos.
  • 04.04.45 - K-108 localiza C-45 da FAB que fizera pouso forçado no Amapá.
  • 13.07.45 - K-98 localiza Douglas A-26 acidentado.
  • 02.10.45 - o esquadrão ZP-41 é desativado.



Duas fotos de Blimps na Base Aérea de Santa Cruz, Rio de Janeiro.


Base de blimps em Maceió, Alagoas.


Blimb ZNP-K. Foto possivelmente feita na base de Amapá.


Duas fotos de blimps ZNP-K na base de Amapá em 1945.



Outra foto de blimps em Amapá.


Blimps na base de Igarapé-Açu, estado do Pará.


Blimp da marinha americana sobrevoando a baia da Guanabara.


Blimp na base de São Luiz, Maranhão.

A marinha americana estabeleceu diversas bases para apoiar sua aviação no Brasil, aproveitou e expandiu as instalações já existentes em aeroportos comerciais, em bases da FAB ou em bases da United States Army Air Force. Foram:

Naval Air Facility Amapa - base estabelecida pela US Army em princípios de 26.11.43. Era a base mais setentrional do Brasil e nela a US Navy construiu instalações para dar suporte a aviões baseados em terra. Aeronaves do VP-83 davam cobertura anti-submarina a partir dessa base para as rotas de comboios entre Trinidad e a Bahia. Aviões do NATS ocasionalmente usavam a base para reabastecimento. A parte naval foi fechada em 30.06.45 e o aeroporto retornou ao US Army.

Naval Air Facility Aratu - esta base para hidroaviões ficava perto de Salvador, Bahia e foi construída pelo US Army em 1943. A US Navy estabeleceu suas instalações em 26.11.43 para os hidroaviões de patrulha Martin PBM Mariner e depois PBY-5a Catalina. Aeronaves do VP-203 e VP-211 lá baseados promoviam a cobertura aérea dos comboios ao longo da costa brasileira. A base foi fechada e devolvida ao US Army em 30.06.45.

Naval Air Facility Belem - em meados de 1942 o US Army estava convertendo as instalações da FAB e da Pan American para uso militar. A existência de duas pistas de 1.650 metros de extensão e uma rampa para hidroaviões na margem sul do rio Pará, bem como suficientes instalações para os tripulantes e para reabastecimento serviram de início para a construção de uma base naval. As obras da US Navy começaram em 22.09.42 e incluíram uma nova rampa para hidroaviões, hangares e outras edificações. A base naval foi inaugurada em 26.03.43 dentro da base do US Army. Os navios tender de hidroaviões Humboldt AVP 21 e depois o Barnegat AVP 10 forneceram suporte para os hidroaviões da US Navy até que as instalações terrestres estivessem prontas. A parte naval passou a abrigar até 24 hidroaviões de patrulha, quando o VP-45 chegou em 1944. A base foi extinta em 15.05.45 e devolvida ao US Army.

Naval Air Facility Caravelas - a construção dessa base para aviões terrestres e dirigíveis no sul da Bahia começou em outubro de 1943. A escolha do local se deveu ao acesso que proporcionava a uma larga área para patrulha anti-submarina no Atlântico Sul. As instalações da FAB e da Air France incluíam pistas de saibro e hangares de chapas metálicas. As instalações para os blimps da US Navy foram completadas em 5 meses e o trabalho nas instalações para os aviões, projetadas para acomodarem até seis bombardeiros terrestres de patrulha começaram em janeiro de 1944. As obras foram completadas em 10 meses e passaram a manter cerca de seis aviões durante a do conflito. Com o desenrolar da guerra a necessidade de cobertura anti-submarina passou a ser requerida em outros pontos e a base naval passou a ser usada mais como alternativa para emergências. Os aviões do NATS usavam diariamente a base para reabastecimento e para movimentação de pessoal e carga. Foi fechada em 01.08.45 e entregue diretamente à custódia da Força Aérea Brasileira.

Naval Air Facility Fernando de Noronha - esta base estava localizada na ilha do mesmo nome a 340 quilômetros da costa nordeste do Brasil. As instalações da FAB foram ampliadas pelo US Army no começo de 1943 e as instalações navais inauguradas em 26.11.43. Era utilizada para abrigar destacamentos de seis hidroaviões, usualmente os Ventura dos esquadrões VB-125, 134 e 145 baseados em Fortaleza. Também era utilizada pelo aviões do VP-45 e VP-94. A porção naval da base foi fechada em 30.06.45.

Naval Air Facility Fortaleza - em março de 1943 os aviões da US Navy começaram a patrulhar o litoral norte do Brasil baseados no campo do US Army, conhecido como Pici Field, perto da cidade de Fortaleza. Logo ficou clara a necessidade de instalações mais amplas, mas as operações do US Army e da Navy continuaram durante as obras de expansão que foram iniciadas em 14.04.43 e a parte naval inaugurada em 26.11.43. A base foi devolvida à Força Aérea Brasileira em 30.06.45.

Naval Air Facility Galeao - esta base foi inaugurada em 02.12.42 ocupando partes da base aérea da FAB, para dar suporte a um esquadrão de Catalinas. Foi fechada e devolvida à FAB em 15.11.44.

Naval Air Facility Igarapé-Açu - base para blimps estabelecida em 14.10.43 perto de Belém, Pará.

Naval Air Facility Ipitanga - base construída pelo US Army no começo de 1943 perto de Salvador, Bahia. A US Navy estabeleceu sua base em 26.11.43 para suportar até seis aviões terrestres de patrulha. Foi fechada em 01.07.45.

Naval Air Facility Maceio - as instalações navais foram inauguradas em 14.12.43 dentro da base do US Army. Sua localização ao sul de Recife permitiam preencher a lacuna entre Recife e Salvador. Podia abrigar um esquadrão completo de aviões terrestres e outro de hidroaviões. Estes usavam a Lagoa Norte para pousos e decolagens. Tinha instalações para 6 blimps. A porção naval da base foi fechada em 11.10.45.

Naval Air Facility Natal - o aeroporto comercial existente no local (Parnamirim) começou a ser ampliado pela Pan American em novembro de 1940. Em outubro de 1941 um destacamento do VP-83 começou a usar a base que só teve a parte naval inaugurada em 26.09.43, usando parte das instalações do US Army, para a manutenção dos aviões de patrulha. Os hidroaviões usavam a Rampa, local de atracação situado no rio Potengi a alguns quilômetros de distância. O Esquadrão de Manutenção da Fleet Air Wing 16 foi estabelecido nessa base de abril a julho de 1943, quando se mudou para a NAF Recife. A parte naval foi fechada em 24.06.45.

Naval Air Facility Recife - a base de Recife foi ampliada pelo US Army em princípios de 1943. A US Navy estabeleceu sua base em 01.10.43, passando a abrigar aviões terrestres. Passou a sediar o Esquadrão de Manutenção da Fleet Air Wing 16 a partir de agosto de 1943 até o final do conflito. A estação naval foi fechada em 17.07.45.

Naval Air Facility Santa Cruz - instalações implementadas pela US Navy em 15.12.43, na base da FAB ao sul do Rio de Janeiro, para dar apoio principalmente aos blimps de patrulha. Era largamente usada pelos aviões do NATS e dos esquadrões de patrulha. Foi desativada em 03.09.45 e devolvida à Força Aérea Brasileira.

Naval Air Facility São Luiz - base ampliada pelo US Army em princípios de 1943 no aeroporto de Tirirical. A parte naval foi inaugurada em 03.12.43, e foi uma das menores estações utilizadas na campanha anti-submarina. Dava suporte para até seis aviões terrestres e um destacamento de blimps. As instalações navais foram fechadas em 05.07.45.

Naval Air Facility Vitória - base estabelecida em 27.03.43 em um aeroporto comercial ao norte da capital do Espírito Santo. Estava equipada para dar apoio a blimps e aviões de transporte do NATS. Servia de ponto de reabastecimento para aviões de patrulha terrestres. Foi fechada em junho de 1945.

Outras bases foram estabelecidas em Florianópolis, Rio Grande e Santos, por Diretiva de 27.03.43 mas não foram implementadas.

Também a Força Aérea do Exército Americano manteve presença no nosso país durante a guerra. A South Atlantic Wing do Military Air Transport Command, criada em 06.42, transferiu sua base da Guiana Inglesa para Natal, sob o comando do General Robert L. Walsh. Essa Ala controlava o tráfego de aviões entre os Estados Unidos e a África e Europa. Em Natal foi estabelecida a 1150th Base Unit, South Atlantic Division do Air Transport Command.



O primeiro Douglas C-47 a atravessar o Atlântico de Natal para Dacar, na África. Era um aparelho do 53rd Troop Carrier Wing.


Um quadrimotor de transporte C-87 americano em Natal-Parnamirim.

Posteriormente foi criado o comando de teatro de operações do Exército para a América do Sul - United States Army Forces in South America (USAFSA) - sob o comandando do mesmo General e com QG no Recife. A única unidade operacional que manteve no teatro foi o 1st Composite Squadron na Ilha de Ascensão, equipado com cinco bombardeiros B-25 Mitchell e 14 caças P-39 Airacobra. Outros esquadrões e destacamentos da USAAF operaram por pouco tempo no país, inclusive o 91st Photo Mapping Squadron com versões fotográficas dos aviões C-45, B-25 e B-24, o 3rd Photo Recon Squadron com versões fotográficas do C-45, B-25 e A-29 Hudson, que mapearam toda a América do Sul, e o 2nd PC Squadron com Lockheed A-29 Hudson. O 3rd PR Squadron perdeu o Beechcraft F-2 USAAF 40-682 em um acidente em Itaparica, Bahia, em 15.12.42.


P-39 Airacobra do 1st Composite Squadron na Ilha de Ascensão.


Beech F-2B, versão fotográfica do C-45, operado pelo 91st Photo Mapping Squadron.


Um Beech F-2 em Terezina em 1942.


North American F-10 43-3438 do 91st Photo Mapping Squadron. Trata-se de uma versão fotográfica do B-25D Mitchell.


Lockheed A-29 Hudson do 2nd PCS em Manaus em 23.06.43.

O 460th Bombardment Group (Heavy) foi formado em 19 de maio de 1943 e ativado em 1 de julho de 1943. Foi treinado para combate em B-24 em Camp Kearns e Chatham AAF. Foi para a Itália em janeiro de 1944 levando novos Liberators pela rota sul do MATS e incorporado à Fifteenth Air Force. Entrou em combate em Março de 1944 e operou principalmente como um grupo de bombardeio estratégico até abril de 1945. Foi transferido em maio para a Ilha de Trinidad, no Caribe, e para Natal, no Brasil em junho de 1945, subordinado ao Air Transport Command, ajudando no transporte do pessoal militar de volta da Europa para os Estados Unidos com seus B-24 agora usados como transportes. Foi desativado no Brasil em 26.09.45.


Identificação na deriva dos B-24J do 460th BG.


Esta B-17 possivelmente pertencia a algum comando americano no Brasil.


Transportes americanos C-54 em Natal-Parnamirim.


Acidente com um B-25 amricano em Natal.


B-25 transitando por Natal-Parnamirim durante a guerra.


B-25J em manutenção em Natal-Parnamirim.


Parnamirim durante a guerra.


Bombardeiro B-29 em Natal-Parnamirim após a guerra.

Navios brasileiros atacados por submarinos alemães e italianos 1941 a 1945

Data Nome Tipo Atacado por Local Baixas 22-03-41 Taubaté (a) mercante Luftwaffe Mediterrâneo 1 ??-03-41 Santa Clara mercante ?? Bermudas ?? 14-02-42 Cabedello mercante Da Vinci ou Capellini (b) Costa leste dos EUA 54 16-02-42 Buarque mercante e passageiros U-432 Costa leste dos EUA 1 18-02-42 Olinda mercante U-432 Costa leste dos EUA 0 07-03-42 Arabutan mercante U-155 Costa leste dos EUA 1 8-03-42 Cayrú mercante e passageiros U-94 Perto de New York 53 01-05-42 Parnahyba mercante U-162 Perto de Trinidad 7 18-05-42 Comandante Lyra (c) mercante Barbarigo (b) Perto de Natal 0 24-05-42 Gonçalves Dias mercante U-502 Caribe 6 01-06-42 Alegrete mercante U-513 Caribe 0 26-06-42 Pedrinhas mercante U-203 Atlântico Norte 0 26-06-42 Tamandaré mercante U-66 Caribe 4 28-06-42 Barbacena mercante U-155 Caribe 1 28-06-42 Piave tanque U-155 Caribe -- 15-08-42 07:10 PM Baependy passageiros U-507 20 mi da foz do rio Real 270 15-08-42 09:15 PM Araraquara passageiros U-507 20 mi da foz do rio Real 131 16-08-42 Annibal Benévolo passageiros U-507 7 mi da costa do Brasil 150 17-08-42 Itagiba passageiros U-507 Costa da Bahia 36 17-08-42 Arará mercante U-507 Afundado ao auxiliar as vítimas do Itagiba 20 19-08-42 Jacira balsa de carga U-507 Norte de Ilhéus, Bahia 0 27-09-42 Ozório mercante U-514 Nordeste da ilha de Marajó 5 27-09-42 Lages mercante U-514 3 29-09-42 Antonico mercante U-516 Costa da guiana francesa 16 03-11-42 Porto Alegre mercante U-504 Perto de Port Elizabeth, África do Sul 1 22-11-42 Apalóide mercante U-163 Caribe 5 18-02-43 Brasilóide mercante U-518 Litoral norte da Bahia 0 02-03-43 Affonso Penna passageiros Barbarigo (b) Perto de Abrolhos 94 30-06-43 Tutóya mercante U-513 Litoral de São Paulo 7 04-07-43 Pelotaslóide mercante U-590 Litoral do Pará 5 31-07-43 Bagé mercante e passageiros U-185 Ao norte de Salvador 28 26-09-43 Itapagé passageiros U-161 Ao sul de Maceió 27 28-09-43 Cisne Branco 4 23-10-43 Campos mercante U-170 Litoral de São Paulo 10 19-07-44 Vital de Oliveira transporte da Marinha U-861 Perto do farol de São Tomé 100 Notas:

a) Bombardeado e metralhado por avião da Luftwaffe. 12 tripulantes feridos. b) Submarinos italianos c) Torpedeado e atacado por submarino italiano na superfície, foi abandonado pela tripulação. No dia seguinte foi abordado por marinheiros brasileiros e americanos e rebocado para Fortaleza



O submarino italiano Capellini.

Submarinos inimigos afundados por unidades americanas baseadas na costa brasileira

DataNomeAtacado porLocalObservações
06.01.43U-164PBY-5A do VP-83ao largo de Fortaleza. Posição 01°58' S, 39°22' WTipo IXC construído pela Seebeck, Bremen. 10a Flotilla (Lorient). Afundou 3 navios no total de 8.133 tons.
13.01.43U-507PBY-5A do VP-83ao largo da Paraíba. Posição 01°38' S, 39°52' WTipo IXC construído pela Deutsche Werft, Hamburgo. 2a Flotilla (Lorient). Afundou 19 navios no total de 77.144 tons.
15.04.43ArchimedePBY-5A do VP-83próximo a Fernando de Noronha. Posição 03°23' S, 30°28' WClasse Archimede 913 toneladas. Construído pela Cantieri Navali F. Tosi, Taranto, Itália. La Verdun Flotilla. Afundou 3 navios de tonelagem não registrada.
17.05.43U-128PBM-3C do VP-74, DD Moffett e Jouettpróximo a Maceió. Posição 10°00' N, 35°35' WTipo IXC construído pela AG Weser, Bremen. 2a Flotilla (Lorient). Afundou 12 navios no total de 83.639 tons; 1 navio de 5.687 tons danificado.
09.07.43U-590PBY-5A do VP-94largo do Amapá. Posição 03°22' N, 48°38' WTipo VIIC construído pela Blohm & Voss, Hamburgo. 6a Flotilla (St. Nazaire). Afundou 1 navio de 5.228 tons.
19.07.43U-513PBM-3C do VP-74ao largo de Florianópolis. Posição 27°17' S, 47°32' WTipo IXC construído pela Deutsche Werft, Hamburgo. 10a Flotilla (Lorient). Afundou 6 navios no total de 29.940 tons; avariou 2 navios no total de 13.177 tons.
21.07.43U-662PBY-5A do VP-94largo do Amapá. Posição 03°56' N, 48°46' WTipo VIIC construído pela Howaldtswerke, Hamburgo. 7a Flotilla (St. Nazaire). Afundou 3 navios no total de 18.094 tons; danificou 1 navio de 7.174 tons.
23.07.43U-5984 PB4Y do VB-107perto de Fernando de Noronha. Posição 04°05' S, 33°23' WTipo VIIC construído pela Blohm & Voss, Hamburgo. 6a Flotilla (St. Nazaire). Afundou 2 navios no total de 9.295 tons; avariou 1 navio de 6.197 tons.
31.07.43U-199PBM-3C do VP-74, A-28 e PBY-5 da FABao largo de Cabo Frio. Posição 23°45' S, 42°54' WTipo IXD construído pela AG Weser, Bremen. 12a Flotilla (Bordéus). Afundou 1 navio de 4.161 tons.
31.07.43U-591PV-1 do VB-127ao largo do Recife. Posição 08°36' S, 34°34' WTipo VIIC construído pela Blohm & Voss, Hamburgo. 9a Flotilla (Brest). Afundou 5 navios no total de 23.960 tons; danificou 1 navio de 5.701 tons.
11.08.43U-604Atacado por 2 PB4Y do VB-107 e 1 PV-1 do VB-129. Afundado pela tripulação.perto da ilha de Ascensão. Tipo VIIC construído pela Blohm & Voss, Hamburgo. 9a Flotilla (Brest). Afundou 6 navios no total de 39.891 tons.
27.09.43U-161PBM-3C do VP-74ao largo de Salvador. Posição 12°30' S, 35°35' WTipo IXC construído pela Seebeck, Bremen. 2a Flotilla (Lorient). Afundou 19 navios no total de 100.054 tons: avariou 3 navios no total de 13.916 tons.
05.11.43U-8482 PB4Y do VB-107Ao sul da ilha de Ascensão. Posição 10°09' S, 18°00' WTipo IX D2 construído pela AG Weser, Bremen. 12a Flotilla (Bordéus). Afundou 1 navio de 4.573 tons.
25.11.43U-849PB4Y do VB-107Atlântico sul. Posição 06°30' S, 05°40' WTipo IX D2 construído pela AG Weser, Bremen. 12a Flotilla (Bordéus). Sem afundamentos.
06.2.44U-177PB4Y do VB-107Sul da ilha de Ascensão. Posição 10°35' S, 23°15' WTipo IX D construído pela AG Weser, Bremen. 12a Flotilla (Bordéus). 14 navios afundados no total de 87.388 tons.
15.06.44U-860Aviões do CVE SalomonsTipo IX D2 construído pela AG Weser, Bremen. 12a Flotilla (Bordéus). Sem afundamentos.
29.09.44U-863PB4Y do VB-107Ao largo de Recife. Posição 10°45' S, 25°30' WTipo IX D2 construído pela AG Weser, Bremen. 12a Flotilla (Bordéus). Sem afundamentos.

Submarinos italianos que operaram na costa do Brasil

Calvi 
DaVinci 
Niestlé 
ArchimedeClasse Brin, 1016 tons.
Bagnolini 
Cappellini 
Tazzoli 
Tortelli 

Glossário:

ACOMAviation Chief Ordnanceman. Posto hierárquico da marinha americana.
ACMMAviation Chief Machinist Mate. Posto hierárquico da marinha americana.
ACRMAviation Chief Radioman. Posto hierárquico da marinha americana.
AFCAviation Fire Control. Posto hierárquico da marinha americana.
AMMAviation Machinist Mate. Posto hierárquico da marinha americana.
AMMCAviation Machinist Mate - Aviation Carburetor Mechanic. Posto hierárquico da marinha americana.
AMMFAviation Machinist Mate - Aviation Flight Engineer. Posto hierárquico da marinha americana.
AOMAviation Ordenanceman. Posto hierárquico da marinha americana.
ARMAviation Radioman. Posto hierárquico da marinha americana.
AOMBAviation Ordenanceman - Bombsight Mechanic. Posto hierárquico da marinha americana.
BuNo.Bureau of Aeronautics number. Prefixo na matrícula dos aviões da marinha americana.
Ens.Ensign. Posto hierárquico da marinha americana.
ERCOEngineering and Research Company, a empresa que fabricou as torres de bola SH-1, retrofitada no nariz dos Liberator PB4Y da marinha americana em Litchfield Park, Arizona.
esquema Atlântico anti-submarino #2Camuflagem especial para os aviões da marinha americana usados sobre a área do Atlântico Sul. As cores eram Non-Specular Dark Gull Grey por cima, Non-Specular Insignia White nas laterais e Glossy Insignia White nas superfícies inferiores.
jgJunior grade - oficial da reserva convocado.
KorvettenkapitänCapitão de corveta. Posto hierárquico da marinha alemã.
LCDRLieutenant Commander. Posto da hierarquia naval americana.
LeutnantPosto hierárquico da marinha alemã.
LTLieutenant. Tenente da marinha americana.
NASNaval Air Station. Base aérea naval de 1a classe.
NAFNaval Air Facility. Base aérea naval de apoio.
NATSNaval Air Transport Service.
OberleutnantPrimeiro Tenente na marinha alemã.
QGQuartel-General.
rompedores de bloqueioBarcos cargueiros alemães com armamento pesado que se camuflavam como mercantes de países neutros e serviam para levar matéria prima para o Reich.
Task-ForceForça-Tarefa.
U-boatSubmarino alemão.
USBATUUnited States Brasil Training Unit. Curso de treinamento antisubmarino ministrado ao pessoal da FAB.
USAAFU. S. Army Air Force. Força Aérea do Exército dos Estados Unidos.
USNRU. S. Naval Reserve.
US NavyUnited States Navy. Marinha dos Estados Unidos.

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